A segunda corda
A linha de vida que impediu a queda de Mayk abre uma reflexão sobre trabalho, propriedade, tecnologia e as proteções que sustentam quem trabalha.
Notas editoriais sobre design, sistema visual e arquitetura web nativa.
A linha de vida que impediu a queda de Mayk abre uma reflexão sobre trabalho, propriedade, tecnologia e as proteções que sustentam quem trabalha.
Um relato em cinco tempos sobre Há Quedas Por Vir, de Érica Storer e Sansa: shibari, um escritório suspenso e a queda que nunca chega.
Construí uma técnica de renderização que transforma a tela do computador numa janela de verdade: a webcam segue a posição da sua cabeça e a cena 3D recalcula a perspectiva a cada quadro, com sombra do seu próprio corpo caindo sobre o cenário.
No STATE, um painel sobre dados, autenticidade e confiança puxou uma reflexão sobre stalkers, pessoas amadas, bell hooks e o direito ao imprevisível.
Uma câmera de até R$ 100, fotos de 2 MP e vídeo Full HD: um pequeno objeto que mostra o quanto a fabricação de imagens se tornou acessível.
Na aula inaugural do MBA em RH Estratégico com Inteligência Artificial, risco, dados e desenho do trabalho reforçaram uma agenda que já aparece no desenvolvimento do Konquest, na Keeps.
Da sistematização da dança de salão no Brasil aos anos discutindo papéis de gênero na Kirinus Escola de Dança: um ensaio sobre por que inventar um passo novo nunca foi sacrilégio, amarrado a Foli, Victor Wooten, Erin McKean e Tarja Branca.
Uma mariposa desaparece num banheiro interno. Entre o corpo seco atrás dos vasos, um sonho com cupins, uma mensagem para o pai e séculos de folclore sobre mariposas, um ensaio sobre o que a gente faz com o que não viu.
No STATE, quatro perspectivas sobre finanças, arquitetura, neurociência e cultura ajudam a deslocar a conversa sobre inteligência artificial: da capacidade das ferramentas para o custo de reorganizar empresas e pessoas ao redor delas.
Sobre ovos, imagem e o momento em que decidi me tornar vegano: uma cena guardada desde a pandemia, uma citação de Bataille e a manhã em que finalmente a fotografei.
Em 2021, Lica nos convidou a percorrer em primeira mão uma rota que preparava para o CicloFest Rural. Entre bicicleta, fotografia e encontros em São Pedro de Alcântara, a Triskel Bike me deu uma experiência que continuo guardando com carinho.
Nos eventos sobre IA, uma sensação volta com força: estamos outra vez usando antes de compreender direito. O ponto, porém, não é só a IA. É um padrão mais antigo de adoção indiscriminada que atravessa a história humana e continua pedindo a mesma coisa: que algo mude em nós.
Este post registra uma mudança pequena na interface e grande no fluxo: o celular vira ponto de comando, enquanto o Codex opera o computador onde o blog, os scripts e os arquivos realmente vivem.
Depois de processar 33 publicacoes salvas no Instagram, o sinal ficou claro: IA, design e criatividade estao convergindo para a mesma disciplina de criterio operacional, com custo, metodo e responsabilidade no centro.
Comecei tentando transformar um storyboard em um microfilme dentro de um elevador. Terminei produzindo também um meta-vídeo em que o personagem fala sobre o próprio processo. No meio disso, encontrei um fluxo útil, custos que exigem critério de uso e limites bem concretos de identidade, duração e moderação.
O que significa ser uma empresa AI First? No Gen AI Lab do Distrito, a resposta envolveu construir segundos cérebros para LLMs e reescrever a Lei de Conway.
Impressões sobre projetos, critério de uso e o fim do deslumbramento com a IA a partir da plateia do Demo Day da Tera.
Um arquivo visual do apartamento 403 em Florianópolis: cenas, objetos, luzes e pequenas frases de um lugar vivido ao lado da UFSC e do Bugio Trindade.
Se uma pessoa consegue pedir, ajustar e publicar uma página em HTML, CSS e JavaScript com muito menos atrito, a web pode voltar a ser um lugar menos padronizado e mais autoral.
Salvei posts no LinkedIn por 30 dias. O acúmulo não virou hype — virou padrão. Cinco temas que apareceram com consistência: custo de uso, agentes em produção, MCP, voz como interface, e o Brasil na posição 61 de 116.